Páginas

30 dezembro 2011

Toda vez...


29 dezembro 2011

Momento nostalgia


Ontem, durante algum tempo de conversa com a Dayane lembrando de alguns momentos que marcaram nossas infâncias. Não tinha como deixar de lembrar de algumas propagandas que marcaram, e que todo mundo, ao reverem, automaticamente vão se lembrar e perceber que o jingle do comercial até hoje está nas cabeças de cada um. Algumas propagandas são regionais e talvez algumas pessoas não conheçam.

Começaremos com o clássico dos clássicos, quem não se lembra da expressão “Capa de sofá?”



 Até hoje eu nunca entendi qual o nome do segundo produto... “fenhalinha?”

Lojas lua de mel:
Maria e Manoel levantavam de dentro de uma panela??? AUSHAUHSUAHSUAHSUAHSAHSAHS



Palio weekend no final dos anos 90
Me dava uma tristeza profunda vendo aquele peixinho forever alone...




Uma das propagandas que mais influenciaram na época em que foi introduzido esse comercial. Quem nunca ouviu a expressão "Não é láááá uma uma brastemp..."? Então!





Tortuguita, o chocolate que teve suas vendas influenciadas basicamente em propagandas, e caiu no gosto do povo:

"Estúpida!"



As campanhas de publicidade da Skol sempre chamaram a atenção, e na lembro que na minha infância uma das minhas preferidas eram essas:

"Eu sei, mas não tem amigo nenhum pra eu contar..."


E pra finalizar, os 3 gordinhos mais insurpotáveis simpáticos da televisão:

"Se não ligar a gente não vai parar de cantar..."





28 dezembro 2011

Minhas sinceras desculpas

Minhas sinceras desculpas. É com essa expressão que dou título e inicio esse texto, coincidência ou não, essa mesma expressão marcou o “inicio” de uma nova fase da minha vida. Esse também era o titulo da peça do Eduardo Sterblich (leia-se Cézar Polvilho), onde saí pela primeira vez (à sós) com a mulher que hoje habita essa aparelho bombeador de sangue, em latim conhecido por Cordis, e por incrível que pareça, o convite para a tal peça partiu dela. Naquele dia, senti algo  diferente ( e não, não era caganeira!), enquanto procurava incessantemente e em vão pelo numero de protocolo para a retirada do ingresso na bilheteria, ela simplesmente me abraçou. E me abraçou firme. E logo depois me abraçou forte. Nesse instante senti uma leve calmaria. Tudo (tuuuudo, tudo, tuudo, tudo, tudo, camisa, tudo, tuuuuudo, tudo...) se tranquilizou. Após uma pequena fila, retirei os ingressos sem nenhuma preocupação e entramos. Logo em seguida após longos 10 minutos procurando as duas poltronas, sentamos e aguardamos a peça começar. E ela sorria, e a cada gargalhada que ela dava, eu me sentia importante, só de poder estar com ela naquele momento tão feliz. E quando eu, em raros momentos conseguia parar de rir, ficava olhando pra ela e apreciando aquele sorriso estampado, já armado para uma próxima gargalhada, e cá entre nós, que sorriso lindo.

Ao termino da peça, olhei pra ela e vi naqueles olhos (que também possuíam uma beleza inexplicável), uma leve expressão de uma criança triste por seu desenho preferido ter acabado, mas logo ela se “despertou” e se deu conta de que era hora de ir embora. Seguimos viagem rumo aos nossos lares, e enquanto lembrávamos dos trechos mais engraçados da peça, coloquei o DVD do Skank ao vivo, mau sabendo eu que não fazia parte dos gostos musicais dela.

Gafes, mancadas e vergonhas a parte, passados apenas mais 10 dias, me sentia seguro  o suficiente pedi-la em namoro. E passados mais 5 meses após esse novo inicio, tenho convicção o suficiente para dizer que essa é a mulher da minha vida. Não é possível que uma pessoa que em tão breve momento tenha conseguido te conquistar de tal forma que nenhuma outra pessoa foi capaz, não SEJE aquela que vai me fazer companhia para o resto da vida.

Mas aí você deve estar se perguntando: ”porque o título (que é o que dá o nome ao texto) se chama Minhas sinceras desculpas se só fala de uma tal peça que você foi?”. Na verdade, não. Não é somente sobre uma peça de teatro que estou escrevendo esse texto. Aliás, é por uma peça sim. A peça teatral denominada Minha vida. Vocês (sim! Todos vocês) talvez não saberão o motivo real, e nem precisam saber, mas o fato é que devo desculpas a todos das redes sociais afora. Mas nesse caso meu pedido de desculpa principal é para aquela que mesmo ficando magoada muitas vezes por minha causa, luta para ficarmos bem, para sermos um casal cada dia melhor, abre mão até do seu próprio orgulho (que não é dos menores) para aceitar e superar todo o ocorrido, e no final dar tudo certo. Tudo que plantamos, no futuro será colhido. Se for plantado a mentira vamos colher a desconfiança, se for plantado o amor, colheremos felicidade por todas as manhãs, e é por isso que eu quero, que eu vou, que estou sendo uma pessoa melhor, passando por cima de todas as minhas dificuldades pessoais, e brigando (apesar de parecer simples) comigo mesmo, uma luta intensa contra um hábito que me incomoda a bastante tempo. Não quero que isso motivo seja fruto para ‘desinteligências” e nem brigas futuras.

Por isso Dayane (leia-se mozão), venho aqui, com minhas próprias palavras lhe pedir minhas sinceras desculpas, por cada gota de lágrima por você derramada, seja por minha culpa ou até por aquelas que caíram sem que estivesse diretamente relacionado, por essas peço desculpas por não estar perto e impedir que elas tenham caído. E mais uma vez, te agradeço. Obrigado por todos os momentos que me proporcionou. Seja pelo aniversário “surpresa”, seja por uma lasanha excelente (excelente de verdade), seja por uns 8kg adquiridos após te conhecer, enfim obrigado por tudo, e que esse seja apenas o primeiro de vários natais(?) e anos-novos (odeio plural) que a gente possa comemorar juntos, e espero sinceramente que sejamos SEMPRE, aqueles dois meninões que se conheceram através de palhaçadas via Facebook!

Feliz ano novo pra você e para todos que tiveram a infelicidade de entrarem aqui.